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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Governo tenta amenizar maior seca da história do RN com ações emergenciais


A maior seca da história do Rio Grande do Norte está prestes a completar seis anos de sofrimento para o sertanejo que depende da água para desenvolver sua plantação, criação de animais e a própria subsistência. Nos próximos dias 20 e 21, na Reunião de Análise e Previsão Climática para o Nordeste, o prognóstico de ocorrência de chuvas para o ano de 2017 deverá ser confirmado.

Segundo o secretário estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Mairton França, as primeiras previsões divulgadas pela Emparn apontam para a ocorrência de chuvas dentro da média histórica, a partir do mês de março, o que poderia amenizar um pouco o drama a seca potiguar.  De acordo com o relatório, há 35% de possibilidade de as chuvas ficarem abaixo da média histórica; 40% dentro da média e 25% de chover acima da média no RN.

“Na reunião dos meteorologistas nos próximos dias, as previsões poderão ser confirmadas. As chuvas são mais necessárias nas áreas do Alto Oeste e Seridó, há grande chance de ficarem dentro da média histórica”, destacou Mairton.

Além de torcer pelas chuvas, a Semarh desenvolve diversas ações para amenizar os efeitos da seca, como perfuração de poços em áreas urbanas de municípios em colapso, atualmente são 15, para que a água possa vir a jorrar por meio de chafarizes e acumulada sem caixas d´agua de áreas urbanas para uso da população.
Veja mais AQUI.
 

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