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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Líder da Al-Qaeda ameaça repetir 11 de Setembro 'milhares de vezes'


Ayman al-Zawahir denuncia 'ocupação' de países árabes pelos EUA.
Ele convoca negros a se unirem ao Islã para se proteger de 'maioria branca'.

Da France Presse

O líder da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, em vídeo sobre o 11 de Setembro divulgado na sexta (9) (Foto: Reprodução/Twitter/SITE)O líder da Al-Qaeda, Ayman al-Zawahiri, em vídeo sobre o 11 de Setembro divulgado na sexta (9) (Foto: Reprodução/Twitter/SITE)
O líder da rede Al-Qaeda Ayman al-Zawahiri ameaçou repetir os ataques do 11 de Setembro "milhares de vezes", em um vídeo divulgado por ocasião do 15º aniversário dos atentados às Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York.
O 11 de Setembro é "o resultado dos seus crimes contra nós", afirmou Ayman al-Zawahiri, em um vídeo divulgado por contas de extremistas na Internet, dirigindo-se aos Estados Unidos.
Segundo ele, se os "crimes" continuarem, o 11 de Setembro "vai se repetir milhares de vezes".
Na fatídica data, dois aviões foram sequestrados e lançados contra as Torres do WTC, em Nova York, matando 2.753 pessoas. Nesse mesmo dia, uma terceira aeronave caiu na Pensilvânia, e um quarto aparelho foi lançado contra o Pentágono, na periferia de Washington.
Imagem de Osama Bin Laden em vídeo sobre o 11 de Setembro divulgado na sexta (9) pela Al-Qaeda (Foto: Reprodução/Twitter/SITE)Imagem de Osama Bin Laden em vídeo sobre o 11 de Setembro divulgado na sexta (9) pela Al-Qaeda (Foto: Reprodução/Twitter/SITE)
No vídeo, Al-Zawahiri evoca a política dos Estados Unidos em relação aos países árabes e muçulmanos, denunciando sua "ocupação" de terras nesses países e seu apoio a governos "criminosos e corruptos".
Al-Zawahiri também convocou os radicais a se unirem e convidou os afro-americanos a se converterem ao Islã para "se proteger" das leis americanas, as quais - afirma ele - são controladas pela "maioria branca".
Essas ameaças acontecem no momento em que autoridades americanas afirmam que os EUA aprenderam a se proteger dos ataques extremistas sofisticados, mas continuam vulneráveis às operações mais rudimentares lançadas por extremistas locais.
Embora, desde o 11 de Setembro, os Estados Unidos tenham concentrado sua luta antiterrorista na Al-Qaeda e nos talibãs afegãos, hoje combatem prioritariamente o Estado Islâmico, grande rival dessa rede.

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