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sexta-feira, 9 de setembro de 2016

Atraso do aluguel em sete meses pode motivar ordem de despejo do Hospital da Mulher


Edinaldo Moreno/Da redação do De Fato
Um dos proprietários do prédio que abriga atualmente o Hospital da Mulher Maria Parteira Correia, Doutor Joel de Souza Neto, procurou a redação do JORNAL DE FATO no final da manhã desta sexta-feira, 9, para denunciar o atraso do parte do Governo do Estado em sete meses no aluguel.
Segundo Joel, o Estado não repassa o valor desde o último mês de fevereiro e caso até o fim do mês não seja pago os sócios da Unicárdio, mantenedora do prédio, entrará na justiça com uma ordem de despejo.
“É um absurdo esse atraso de sete meses que estamos vivendo. O governo disse que não tem prazo e já estamos iniciando conversa com nossa assessoria jurídica e pediremos ordem de despejo”, esclareceu Joel de Souza Neto.
Joel de Souza ainda explicou que o contrato entre as partes para uma renovação do vínculo não foi assinado. O término do contrato de um ano, assinado em setembro do ano passado, será finalizado nesse mês e Joel frisou que o Governo do Estado ainda não procurou os sócios para uma possível renovação.
“O contrato de um ano assinado no ano passado está terminando nesse mês de setembro e ainda não fomos procurados para sentar e discutir a renovação”.
Joel ainda acrescenta que uma ordem de despejo na unidade afetaria muitas mulheres na cidade que necessitam dos serviços prestados pelo hospital.
A reportagem entrou em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) e obteve como resposta que na parte da tarde uma nota será publicada em relação ao assunto indagado.

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