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quarta-feira, 27 de julho de 2016

Eduardo Suplicy é preso pela PM em protesto contra reintegração de posse

Segundo a Polícia Militar, Suplicy foi detido por resistência. Ele se deitou na rua para impedir a reintegração de posse e chegou a ser carregado pelos PMs.

A assessoria do ex-senador Eduardo Suplicy informou no final da manhã desta segunda-feira (25), pelas redes sociais, que o político foi preso pela Polícia Militar em São Paulo, em protesto contra reintegração de posse na Zona Oeste da capital.



A PM alegou que a detenção foi realizada por desobediência e obstrução à Justiça. O candidato a vereador em São Paulo foi levado à força para a 75º DP após se deitar no chão para evitar que policiais avançassem sobre população desarmada.


Por volta das 13h, também em publicação nas redes sociais, Eduardo Suplicy criticou a gestão do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB). "A truculência da Polícia Militar do governo Alckmin é inaceitável. Se fazem isso com um ex-senador da República, imagine o que sofre a população que tanto precisa de apoio."



Houve confronto entre os moradores da ocupação no Jardim Raposo Tavares e policiais. De acordo com os moradores, a revolta foi iniciada depois que uma criança foi atingida por uma bomba de gás lacrimogêneo.



"A posição do ex-senador Eduardo Suplicy é contra a truculência inaceitável da PM, especialmente da Tropa de Choque, na desocupação de área ocupadas. A presença dele foi para inibir a violência contra os moradores, sendo muitas crianças", completou a assessoria de imprensa de Suplicy no Facebook.



Guilherme Boulos, membro da coordenação nacional do MTST e da Frente de Resistência Urbana, lamentou o ocorrido em publicação em rede social. "Suplicy estava defendendo os moradores que estão sendo despejados sem qualquer alternativa. Cunha solto. Suplicy preso. E o povo tirado de suas casas..", escreveu Boulos.



"Recado do MTST: Se não soltarem o Suplicy e pararem o despejo, São Paulo vai parar!", completou Boulos em publicação posterior.



A deputada federal Maria do Rosário também comentou sobre o ocorrido. "Diante das lutas de hoje, defender o direito à moradia, contra os despejos, é um ato heroico!"
Via: O Mural de Riacho da Cruz

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