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terça-feira, 6 de outubro de 2015

Petrobras encerra operação de usina de biodiesel em Guamaré-RN


A Petrobras encerrou a operação comercial da Usina de Processamento de Biodiesel, localizada no Polo Industrial de Guamaré, na região Costa Branca do Rio Grande do Norte. A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação da companhia nesta segunda-feira (05/10).


A estatal alegou que a decisão foi tomada após uma avaliação detalhada no desempenho da unidade, e que a unidade voltará para a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico para produção de biodiesel.

Com capacidade de produção de 56 m3/dia, ou 20,1 milhões de litros de biodiesel por ano, a Usina de Guamaré vinha operando, até esta quarta-feira, 30, com óleo de algodão semirrefinado e óleo de soja refinado, adquiridos nos Estados do Ceará e da Bahia, já que a produção potiguar de mamona e girassol foi duramente afetada pela seca. 
A direção da Unidade, entretanto, mantinha entendimentos com o Governo do Estado do RN a fim de que fossem desenvolvidas, em âmbito local, cadeias de suprimento de oleaginosas para dar suporte às atividades produtivas.
A usina foi construída em 2006, porém, teve início a operação comercial em junho deste ano.

SINDIPETRO-RN repudia decisão da Petrobrás de fechar Usina de Biodiesel

A Diretoria Colegiada do SINDIPETRO-RN enviou nota para manifestar o seu mais veemente repúdio à decisão da Petrobrás de encerrar, a partir desta quinta-feira, 1º/10, as atividades da Usina de Processamento de Biodiesel, localizada no Polo Industrial de Guamaré. Além de causar perplexidade e repulsa na sociedade, a determinação amplia ainda mais o sentimento de indignação da categoria petroleira norte-rio-grandense com a orientação gerencial que vem sendo imposta pelo atual Conselho de Administração da companhia, eleito em abril.


Inaugurada oficialmente em 2006, a Usina de Biodiesel de Guamaré atravessou longo período em fase experimental. E, foi apenas em 2015, depois de realizar uma série de obras e adaptações que totalizaram investimentos estimados em pelo menos R$ 5,1 milhões, que a unidade recebeu da ANP as autorizações para operar (fevereiro) e comercializar (maio) a produção. A partir de então, a Planta começou a ter uma utilização mista, com foco no mercado, mas sem deixar de desenvolver pesquisas para o desenvolvimento tecnológico na área de biodiesel.
 
Via: Gilberto Dias

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